Dessas ondas há de se entender. Que por um devaneio, de torpor ou de cansaço, se liberte aos traços rubros de sua mão, o seu destino. E entregue suas cinturas e cabelos a esse mar. A dança gasta de seus pés levariam a um passo bem maior. Da sua voz sairia o silêncio mais doce. [...]