Dessas ondas há de se entender. Que por um devaneio, de torpor ou de cansaço, se liberte aos traços rubros de sua mão, o seu destino. E entregue suas cinturas e cabelos a esse mar. A dança gasta de seus pés levariam a um passo bem maior. Da sua voz sairia o silêncio mais doce. E, agora, sem essas amarras, sem o peso tão ridículo de sua condição. Talvez agora, com o mar à sua frente, se deite por amor. Entre as conchas sonharia só.
Seus olhos emersos a esse mar, fortes. Esperando então, em paz, por alguém que a veja dormir.
2 Comentários
7 Abril, 2009 ás 11:37 pm
*-* anao meel . vaai ce goood ! sou suua fãa! ahsuahsau
8 Abril, 2009 ás 12:23 am
‘Oo
Foi você que escreveu?
Desculpae Mel, mas se você não faz eu faço. Vou divulgar o Pra Bagagem