(auto biografia após ler “A menina que roubava livros”)
Outro possível título: A colecionadora
No final resumo tudo a palavras. É reconfortante o gosto que elas tem. Ambíguas por serem únicas – e é nesse ponto que eu não me deixo entender. Meu prazer vem em despi-las. Estupra-las como um pirata sedento de virgens lascívias. Isso. “Sedento”. É a sede que me arde em gelo. Abster-me de todos sentimentos e inflar-me deles a ponto de explodir. A sede que vem em abstinência. Preciso do seu gosto. Das escolhidas. (Como são escolhidas as cores de certas manhãs). É divertido.
E enquanto me absorvo e me hipnotizo. Eis que me reponto ao máximo imaginável. Tal a morte fria colecionadora de ossos. A colecionadora atemporal de vidas.
Para coleção. Um pouco de humor negro, pra quebrar o climão de congratulations de hoje!

Bejos, pessoal.
Feliz Páscoa!
5 Comentários
12 Abril, 2009 ás 9:31 pm
Mel, “putaquepariu vey” !
escreve bem demais garota…
8 Maio, 2009 ás 2:49 am
thkz, ms olha qm fala ^~
16 Abril, 2009 ás 12:59 am
uhuul, heein seo texto fikoo meega! ameey!
24 Abril, 2009 ás 12:35 am
ahsuahsua
que TENSO GINA 666 from hell esse tirinha
ashaushas
26 Abril, 2009 ás 1:38 am
humor negro é que há!