história de um nó

Fiz uma descoberta, há pouco tempo. E se compartihlo dela é por pensar que talvez isso seja transferido, dividido também. É bem verdade que tenho muitos segredos. Mas prego essa peça e te deixo curioso. Quanto à minha descoberta. Amar é o mesmo que dar as mãos.
E, por favor me entenda, esse cheiro me enoja. Essa cara me enoja. Mãos dadas! Aos poucos espero me livrar dessa âncora – vivo de oceanos, preciso de oceanos. E talvez aí esteja a beleza. Começo a entender. Nasci pra ser marinheiro, de porto não posso amar. E me perder por tanto tempo nessa ilha me fez amar ainda mais o mar de que sou feita.
E sentir saudade. Março/09