Dessa terra há de se entender. Já não lhe restava roupa ao corpo que não ferisse sua alma de animal selvagem. A fúria que lhe consumia era como uma vingança felina. E há de se entender a frieza em seus olhos ao se lembrar do tempo em que sua sina fora escrita sob águas e [...]
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6 Abril, 2009
Madalena I
Dessas ondas há de se entender. Que por um devaneio, de torpor ou de cansaço, se liberte aos traços rubros de sua mão, o seu destino. E entregue suas cinturas e cabelos a esse mar. A dança gasta de seus pés levariam a um passo bem maior. Da sua voz sairia o silêncio mais doce. [...]