Estive aqui pensando,
Numa maneira de acabar
De acabar com essa paz
com essa paz insuportável…
Noves fora, só volta ao mundo
Estive aqui pensando,Noves fora, só volta ao mundo

Foi um raio de sol que me contou. Aliás, me chingou, na verdade. Porque eu andava muito
abaforada com minhas desimportancias que esqueci desse pequeno detalhe, tão bonito, chamado outro.
Então pra comemorar a despedida desse(foto->) lado meu, abro uma categoria muito mais interessante que minhas outras resmungações.
Pois é, de vocês que eu pretendo falar. Meter a língua nos dentes mesmo. Ninguém ficará impune, mas também nao esperam nada literal (só pra ficar mais divertido mesmo).

É isso, queridos!
Espero que vcs também gostem dessas grandes histórias de celebridades não tão conhecidas assim.
Toda vez que ele vem isso acontece. Dá essa coisa de vontade de chorar, de um jeito assim bem mansinho, sem molhar o olho nem nada. Coisa que também só ele há de entender.
E chega, com seus dedos fechados em nó, e esse olhar que a gente só de estar perto dele já sabe que na realidade, bem do ladinho
de Deus.
Dessa vez foi ainda mais puro. Nenhuma tristeza nos roubou dele a presença, nem sequer um rasgo de solidão (que seria muito mais que razoável dele sentir).

É que tem sido assim: eu não me aguentar o peito de lembrar de meu avô. Não que ele seja mais importante q os outros três, é que ele me traz tanta paz!
Pode deixar que leio pra ti, meu velho. Entendo a sua vista cansada de tudo isso aqui. Pode deixar que vou ser boa pros meus pais, vô. E pode deixar também que o natal já já tá chegando, e a sua casa vai ficar tão entupida de criança e neto e bisneto, só pra aconchegar
nesse teu olhar desanuviador.
Hey, querida, bote os shorts! Monfrére-monamú, o sol já queima nossas peles! O que poderíamos fazer? Ah, quanta coisa deixaríamos de fazer! E em janeiro tem praia, em fevereiro, carnaval… Então, querida! Pegue teu chiclets, bota o rai-ban de 10, o vestido, as rasteirinhas.
Porque aqui não faz-se nada. Aqui ninguém quer nada com nada.
Nada além de poucos planos, pra nada além que hoje a noite..
e viver dos saudáveis hábitos dessa vida de glamour decadente !
Nunca conseguiria escrever, dedo a dedo, como foi reencontrar com minha velha alma de passarinho cantante. Como descobrir o primeiro amor, o primeiro toque, a felicidade molhada de muito mais que alguns momentos.
E por isso agradeço a Rita Apoena e seu blog. e principalmente a esse poema em particular:
O mundo é um moinho. Não de vento, mas de sopro.
O que Cartola chama de sonho mesquinho, as crianças… de catavento.

Ante o abraço daquele desconhecido o tempo passava por outros lugares. Ver o selvagem que lhe feriu o peito tão preso à sua dança não era o que ela poderia chamar de romance.
Dança de flechas e ninfas proibidas. Roucos de verão e gritos de loucura. Caça ao ínfimo paraíso das noites.
E para o fim do breve conto só tenho uma canção. A mesma que ouviu-se soar do doce prado das puras. Porque agora não era mais a virgínia voz de quem tem o céu, nem a branca mancha de quem tem a alma limpa. Havia pois se perdido num caminho sem volta: agora via-se como uma mulher e seu bicho.
Da porta que alice entrou, até marquei o caminho. E mesmo sabendo voltar ainda saboreio do chá com a rainha(grande ironia: não achou minha cabeça pra que pudesse arrancar) .
E nesse mundo de fantasias, seria belíssimo ser lírio. Mais livre que eu, mesmo tendo raízes. Nascer na hora da minha estrela, e ser até o fim, simplesmente.
Mas agora estou na sala da rainha, comendo seus dedos. Enquanto ela lambe meus ideais confusos com a voz rouca e repetitiva, cortem-na a cabeça!
Talvez seja o conformismo de um casulo lacrado. A ainda presente sensação de pré-estopim, certamente causada pelo meu inteligente inconsciente me dizendo o que ando fazendo de errado.
Mas como eu senti saudades disso!
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Disseram que seus grandes olhos andavam inchados. E que tudo era bobagem, tudo ia passar. E disseram que foi tudo sem pensar, tanto se perderam, hoje pode falar.
Que isso é tudo muito absurdo. Que deixa que
o tempo passe, sabe-se qual é o futuro.
Que posso suportar a condenação de meus velhos (E isso não quer dizer que eu esteja abrindo mão)
Ai! Como a vida é! Quero me perder, vivo a me perder. Cai, porém, a liberdade, todo seu peso em aos pés. Não! Ela não quer nehum amor! Não consegue suportar! O peso da leveza, a dor que insiste no peito por amar a solidão.
Mas o caminho ainda canta. Ainda as flores rebentam perfume por onde passo. Ainda a noite me convida, o vento me convida, a música e tudo. Nessa dança plurielementar, multicolorida e leve, que me rege e me arranca do eixo e da realidade bela de ser uma pétala presa na flor.
(Oh! Como me alegra, como me vivifica não ser obedecida! Talvez só assim suporte a dor das paixões – que, se não fossem sofríveis não seriam tão libertárias)
…but dance with me…
…and never watch me dancing…
Hora dos vagabundos estarem ainda acordados e só porque to escutando Munchausen by Proxy (uma banda muito moderninha, doce e engraçadinha que foi criada pro filme sim senhor) que to prestando esse grande tributo (A foto é feia, pus ali embaixo no link read more…) às meninas que se orgulham em dizer que são maçãs do topo. É uma imagem que encontrei por aí, que mais parece uma dessazinhas declamando aquela velha história de ser do topo da árvore
E um ps: quem quiser ouvir a banda que falei, taí Sweet ballad, e a letra é melhor ainda, quem animar dá uma passadinha no google pra ver.

O sentimento de retomada com mais força me tomou, agora em definitivo. Nada muito brusco, nada muito rebelde. Também não sei se é melhor comparar com a calmaria de antes ou de depois do furacão.
Agora escreverei mais. Quero falar de muita coisa que andei pensando/passando. E eu até estava escrevendo sobre como fui descer tão baixo, como havia “caído (tanto) em cada esquina a minha vida”. Mas, quer saber? A festa de ontem a noite me lembrou de como é bom estar no inferno. (E que, por sinal, lá vejo pessoas muito mais dignas que em muito ceu por aí). E, quer saber mais ainda? Escutei, por acaso*, essa música hoje. Que mais posso dizer? (é só ler clicar ali na continuação do post q vc vai ler a letra, pra poder concodar comigo
)
Eu preciso de praia o mais rápido possível. Quero areia quente, dia quente, comida quente, gente quente, e tudo mais que o sol puder torrar. Sentir um pouco do cheiro de maresia, música de praia. E nada mais é preciso pra me fazer completamente feliz!

Essa música na verdade foi escrita por Cartola, pra sua filha que começava a ser dependente química. Não cheguei a esse ponto. Mas a música é tão linda, mas tão linda que tive que colocar aqui, porque, como diz meu muso Mário Quintana, “Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente … e não a gente a ele “!
Como também nunca lhe dedicarei poesias. Do fundo da alma ainda arderá o desejo de te destruir: a dualidade que aos poucos lhe matará. Nojo é o que sinto de teus atos. Asco em dizer que tu me pertences até o mais dolorido átomo.
Mas sabe? Mesmo que eu não encontre em uma dinamite quando eu mais preciso. Mesmo que veneno seja caro e limpo demais. Logo volto ao controle da situação. Com sua garganta aos meus pés e todos os antigos planos que eu tinha pra uma boa tarde no velho estilo ao vento.
E não. Jamais pense que isso é um poema de (des)amor.
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Lentamente exércitos mortos se recompoem da explosão
Cacos de vidro quebrados e ruínas de igrejas não falam tanto quanto se imagina
Dolorosamente soldados tomam seus vidros de anestésicos
Dizia a lenda que levaria décadas para que tudo sucumbisse
Há quem diga que realmente foi o tempo que levou
(nunca saberemos das origens ou de alternativos finais)
Mas antes que a noite lhe amargue loucuras:
Fuja enquanto há tempo, sempre estaremos em alto mar
E sim, tudo isso continua acontecendo nalgum lugar entre meus rins e pulmões
Por incrível que pareça é nesses feriados longos que menos tempo tenho pra atualizar o bloguxo (salve Luma! haha). Talvez porque ele seja mais uma de minhas formas de fugir da muntuera de coisas de escola pra fazer e etc. Enfim, eu vim foi pra deixar marcado: 17 chegando!
Pra mim aniversário faz mais sentido que celebrar ano novo, então devia estar fazendo minhas resoluções, meus planos pra essa idade supre linda e tals. É. Acontece que não tenho nem muita idéia de onde começar, quais contas fazer, onde é mesmo que eu quero parar.
Pelo menos de algumas coisas eu sei:
Então é isso, amígos!
Desejem-me sorte nessa nova idade ^^