Arquivar em: preto e branco
Flores de maio para você. O ultimato ao querido antes. Porque no final não me dói perceber que ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.
E o tempo urge. Medo que dá!
Arquivar em: Remember
Fiz uma descoberta, há pouco tempo. E se compartihlo dela é por pensar que talvez isso seja transferido, dividido também. É bem verdade que tenho muitos segredos. Mas prego essa peça e te deixo curioso. Quanto à minha descoberta. Amar é o mesmo que dar as mãos.
E, por favor me entenda, esse cheiro me enoja. Essa cara me enoja. Mãos dadas! Aos poucos espero me livrar dessa âncora – vivo de oceanos, preciso de oceanos. E talvez aí esteja a beleza. Começo a entender. Nasci pra ser marinheiro, de porto não posso amar. E me perder por tanto tempo nessa ilha me fez amar ainda mais o mar de que sou feita.
E sentir saudade. Março/09
Pode ser sobre a saudade. Ou por quê nascem as pessoas e os rios. O fato é cheguei a ver os céus pelos olhos de um menino. Amei suas flores e cantos. Amei numa sublime forma - tal não pretendo dar a nenhum outro alguém(?). E pouco depois li, no ‘Aprendizado de pequena árvore’. Essas coincidências!
Quer partir comigo, Willow John? Não longe;
Um ano ou dois ao final do seu tempo
Não falaremos, nem contaremos a amargura dos anos
Talvez um riso, ocasional, ou uma causa de lágrimas
Ou algo perdido que, quem sabe, ambos emcontraremosQuer fazer um feitiço comigo, Willow John ? Não grande;
Um minuto medido por seu tempo neste mundo
Trocaremos um olhar ou dois; e ambos saberemos
E compreenderemos o sentimento; e quando partirmos
Encontraremos o conforto de gostar um do outroQuer se retardar um pouco à nossa partida, Willow John? Por mim.
Esse momento a mais tranquuliza e conforta a quem parte.
A lembrança ajudará a diminuir as lágrimas
Ao pensar em você nos anos pela frente,
e acalmará um pouco o tormento do coração
Arquivar em: non-sense
Pois é, ele ainda existe. Mas ando sem tempo mesmo. E como não tenho nenhum texto bom pra colocar, segue na resgra mesmo. Tudo se copia!


Ps.: Humor negro é o que há!
E se for mesmo verdade? Até que me agrada a idéia. Melancólico fim de tarde. Ausência e urgência. Devagar as janelas olham. É de mar, de beleza. De quando em quando me lembro dos espelhos. E de que um mundo inteiro vivo tem a força de um inferno. isso que me bate agora. É o problema. É que pode ser verdade. Pode ser a idade, sabe, a tristeza deve ser aí. também não desejaria nenhuma resposta. Talvez desejasse tanto, tão forte; mas é que pode ser medo. Com certeza a tristeza disso tudo está na idade. Dá-lhe tempo e ruptura. Mas de certo devagar, quase lúcido. Devagar os tempos correm.
(Loucos!)
Ps: breve volto com textos líveis
Enquanto isso, leia os outros!
Arquivar em: sede
Foi o que eu li. Angustiante. Entende?
Dá-lhe que do nada existe a ruptura.
Arquivar em: sunsets
Nesses dias que o é céu mais dourado. E quando a gente acorda percebe a dádiva de conhecer aquele lugar. Tem uma flor, tem um porto. E então, a gente percebe a força desse lugar. Vê que existem lugares dignos de serem amados. Lugares e fotos perdidas no tempo.
Pequenos milagres diários!

meu porto seguro

(auto biografia após ler “A menina que roubava livros”)
Outro possível título: A colecionadora
No final resumo tudo a palavras. É reconfortante o gosto que elas tem. Ambíguas por serem únicas – e é nesse ponto que eu não me deixo entender. Meu prazer vem em despi-las. Estupra-las como um pirata sedento de virgens lascívias. Isso. “Sedento”. É a sede que me arde em gelo. Abster-me de todos sentimentos e inflar-me deles a ponto de explodir. A sede que vem em abstinência. Preciso do seu gosto. Das escolhidas. (Como são escolhidas as cores de certas manhãs). É divertido.
E enquanto me absorvo e me hipnotizo. Eis que me reponto ao máximo imaginável. Tal a morte fria colecionadora de ossos. A colecionadora atemporal de vidas.
Mágico!
Saudade fez um samba em seu lugar
Deixa que meu samba
Sabe tudo sem você
Não acredito que meu samba
Só dependa de você
A dor é minha em mim doeu
A culpa é sua o samba é meu
Então não vamos mais brigar
Saudade fez um samba em seu lugar
Salve, salve!!
Arquivar em: Contos de outoras
Dessas ondas há de se entender. Que por um devaneio, de torpor ou de cansaço, se liberte aos traços rubros de sua mão, o seu destino. E entregue suas cinturas e cabelos a esse mar. A dança gasta de seus pés levariam a um passo bem maior. Da sua voz sairia o silêncio mais doce. E, agora, sem essas amarras, sem o peso tão ridículo de sua condição. Talvez agora, com o mar à sua frente, se deite por amor. Entre as conchas sonharia só.
Seus olhos emersos a esse mar, fortes. Esperando então, em paz, por alguém que a veja dormir.
Arquivar em: Eticéteras
Inspirada num trabalho de português sobre aquele : “minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá…”. Agora com uma versão atualizada!
Deram um tiro no sabiá
Botaram a palmeira na sala
Em cismar sozinho à noite:
Quando acaba essa maldita crise?
[/poetiza de merda
Bom domingo!
Arquivar em: tops
É nesse meio termo – isso entre a minha falta de tempo e de assunto – que fico por aí vagando na net. E, para não ser uma dessas bichas loucas e desgraçadas que criam blogs para não postar nada neles, tenho altas dicas pra você, malandrinho, q vive em seu mundinho virtual.
Mâs, pra render mais posts nesse deserto, coloco aos ooucos tudo que tenho pra mostrar ;D
E vamos ao top 10!
10 – youtube:
Em especial os vídeos Improváveis. O povo do stand-up todo se juntou pra fazer vários shows de improviso..Vale a pena!
Essa foi rapidinha mas foi boa, vai? ;P
Bésos!
“Mas sabia, com anos de prática, que esse seria um domingo que teria que disfarçar de si mesma a ansiedade, o sonho e os milênios perdidos.” Clarice Lispector
No plays: Mesmo sozinho – Nando Reis
Gentche! Faz tempo que não posto aqui, é a falta de criatividade. Não posso fazer nada. E é muita vagabundagem minha colocar um vídeo e pronto, mas esse vale a pena! Um mantra pra vida. É lindo, o menestrel, de Sheakspeare.
Você que gasta tanto tempo da sua vida no orkut, com certeza pode gastar mais alguns minutos nesse vídeo. Não será a única vez que vc, querido vagabundo, assistirá a esse mini espetáculo. ;D
Você aprende, com o tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
Fiz uma descoberta, há pouco tempo. E se compartihlo dela é por pensar que talvez isso seja transferido, dividido também. É bem verdade que tenho muitos segredos. Mas prego essa peça e te deixo curioso. Quanto à minha descoberta. Amar é o mesmo que dar as mãos.