| Margarida tem um jeito estranho |
| Pende entre pretendentes sobre um salto quebrado | |
| Claro, seus desejos, eles não entendem | |
| Ela, particularmente, foi mais machucada do que deveria | |
| Nas conversas ela às vezes afirma | |
| Fantasias costumam envolver becos sem saída | |
| Ela achou sua coragem ao mudar de cena | |
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Esta reunião dominical será curta para sua rainha |
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Disseram que seus grandes olhos andavam inchados. E que tudo era bobagem, tudo ia passar. E disseram que foi tudo sem pensar, tanto se perderam, hoje pode falar.
Que isso é tudo muito absurdo. Que deixa que
o tempo passe, sabe-se qual é o futuro.
Que posso suportar a condenação de meus velhos anjos. (E mesmo isso não quer dizer que eu esteja abrindo mão)
Ai! Como a vida é! Quero me perder, vivo a me perder. Cai, porém, a liberdade, todo seu peso em aos pés. Não! Ela não quer nehum amor! Não consegue suportar! O peso da leveza, a dor que insiste no peito por amar a solidão.
Mas o caminho ainda canta. Ainda as flores rebentam perfume por onde passo. Ainda a noite me convida, o vento me convida, a música e tudo. Nessa dança plurielementar, multicolorida e leve, que me rege e me arranca do eixo e da realidade bela de ser uma pétala presa na flor.
(Oh! Como me alegra, como me vivifica não ser obedecida! Talvez só assim suporte a dor das paixões – que, se não fossem sofríveis não seriam tão libertárias)
…but dance with me…
…and never watch me dancing…
Hora dos vagabundos estarem ainda acordados e só porque to escutando Munchausen by Proxy (uma banda muito moderninha, doce e engraçadinha que foi criada pro filme sim senhor) que to prestando esse grande tributo (A foto é feia, pus ali embaixo no link read more…) às meninas que se orgulham em dizer que são maçãs do topo. É uma imagem que encontrei por aí, que mais parece uma dessazinhas declamando aquela velha história de ser do topo da árvore
E um ps: quem quiser ouvir a banda que falei, taí Sweet ballad, e a letra é melhor ainda, quem animar dá uma passadinha no google pra ver.
Bejús! read more…

O sentimento de retomada com mais força me tomou, agora em definitivo. Nada muito brusco, nada muito rebelde. Também não sei se é melhor comparar com a calmaria de antes ou de depois do furacão.
Agora escreverei mais. Quero falar de muita coisa que andei pensando/passando. E eu até estava escrevendo sobre como fui descer tão baixo, como havia “caído (tanto) em cada esquina a minha vida”. Mas, quer saber? A festa de ontem a noite me lembrou de como é bom estar no inferno. (E que, por sinal, lá vejo pessoas muito mais dignas que em muito ceu por aí). E, quer saber mais ainda? Escutei, por acaso*, essa música hoje. Que mais posso dizer? (é só ler clicar ali na continuação do post q vc vai ler a letra, pra poder concodar comigo
)
Eu preciso de praia o mais rápido possível. Quero areia quente, dia quente, comida quente, gente quente, e tudo mais que o sol puder torrar. Sentir um pouco do cheiro de maresia, música de praia. E nada mais é preciso pra me fazer completamente feliz!

Essa música na verdade foi escrita por Cartola, pra sua filha que começava a ser dependente química. Não cheguei a esse ponto. Mas a música é tão linda, mas tão linda que tive que colocar aqui, porque, como diz meu muso Mário Quintana, “Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente … e não a gente a ele “!
Como também nunca lhe dedicarei poesias. Do fundo da alma ainda arderá o desejo de te destruir: a dualidade que aos poucos lhe matará. Nojo é o que sinto de teus atos. Asco em dizer que tu me pertences até o mais dolorido átomo.
Mas sabe? Mesmo que eu não encontre em uma dinamite quando eu mais preciso. Mesmo que veneno seja caro e limpo demais. Logo volto ao controle da situação. Com sua garganta aos meus pés e todos os antigos planos que eu tinha pra uma boa tarde no velho estilo ao vento.
E não. Jamais pense que isso é um poema de (des)amor.
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Lentamente exércitos mortos se recompoem da explosão
Cacos de vidro quebrados e ruínas de igrejas não falam tanto quanto se imagina
Dolorosamente soldados tomam seus vidros de anestésicos
Dizia a lenda que levaria décadas para que tudo sucumbisse
Há quem diga que realmente foi o tempo que levou
(nunca saberemos das origens ou de alternativos finais)
Mas antes que a noite lhe amargue loucuras:
Fuja enquanto há tempo, sempre estaremos em alto mar
E sim, tudo isso continua acontecendo nalgum lugar entre meus rins e pulmões
Por incrível que pareça é nesses feriados longos que menos tempo tenho pra atualizar o bloguxo (salve Luma! haha). Talvez porque ele seja mais uma de minhas formas de fugir da muntuera de coisas de escola pra fazer e etc. Enfim, eu vim foi pra deixar marcado: 17 chegando!
Pra mim aniversário faz mais sentido que celebrar ano novo, então devia estar fazendo minhas resoluções, meus planos pra essa idade supre linda e tals. É. Acontece que não tenho nem muita idéia de onde começar, quais contas fazer, onde é mesmo que eu quero parar.
Pelo menos de algumas coisas eu sei:
- Não espero mudar muita coisa, está estragado o suficiente muito bom assim, do jeito que está.
- Como sempre dá pra piorar melhorar, sei meu primeiro passo: uma tatoo.
Então é isso, amígos!
Desejem-me sorte nessa nova idade ^^
Quebrando clima pesado dos últimos posts, have fun! (e boa noite ;*)
Tenho sede.
Mas quem há de dar-me de beber? Água para mim não existe, sinto-me farta. Mas a boca seca que me acompanha com certeza fala por mim.
Como porque preciso comer. Durmo porque não há outra escolha. Não fico triste, poucas vezes vazia. // E nesse ritmo que gosto vivo a passar meus dias.
Quero consumi-los por inteiro. Como que sugar sua força vital. Porque, sabe, às vezes parece que flerto om a loucura (e que medo isso me dá!). Mas nada importa agora: o que me irrita é que tenho sede.
Dia de pensar na vida!


Qual amargura, velha rota e sádica!
Qual drama não está a se desenrolar!
A dose mais forte eu bebi – sobrou-me o peso
E sobrou-me a víbora que coloquei, insana,
dentro de suas fibras pueris
Quem tem olhos para ver que veja!
O assassino da rainha vem nos falar!
Palmas, logo! Antes que se desmascare
Dancemos logo, o fogo já cairá em cada olho
Óh! Triste meio, triste fim!
A doce ironia, mordaz.
Hercules, perplexo, implora
não mereço mas preciso dos doze trabalhos
E no final sempre existem dois caminhos
Acabo logo com minha taça de veneno
Ou vejo minha morte escorrer do teu ferimento aberto
Ilusões, ilusões! Nem vocês virão me ajudar?
Quem é você à porta? Que queres aqui?
Óh! Trazei-me mais vinho!
Cínica sanidade custa a me deixar em paz!
Uma pequena história, que talvez até seja triste, sobre o maior amor do mundo

Meu avo me contava a historia de um rapaz apaixonado. Na verdade, do rapaz mais apaixonado do mundo. Todas as noites ele cantava sob a janela de sua amada. E todas as noites ela lhe dizia que o amaria, bastava que a conquistasse. Prometia-lhe que se entregaria daqui a 100 noites, e cada madrugada então era mais feliz, pois nosso trovador ficava um dia a menos de conquistar seu grande amor.
E a ultima noite chegou, enfim. Mas foi diferente de todas as anteriores. Não fora diferente o canto, sim a felicidade. A felicidade dele, apenas, é bom ressaltar. Pois foi assim que terminou nossa memória: quatro braços separados, dois corpos que nunca se amarraram. E há quem diga não acreditar quando vê o moço, no litoral, cantando sempre a mesma ode. Sempre as mesmas palavras que a velha janela escutou 99 vezes.
Querido João de Santo Cristo,
To chegando em algumas horas. Vou ficar num hotel maravilhoso, com vista pro mar. Levo comigo umas mercadorias que talvez negocie com o Pablo. De qualquer maneira, espera aí em frente ao lote 14 que quero ver se você foi um cara que soube mesmo morrer. Mas, se a Maria Lúcia tiver enchendo muito, chama o Jonny que depois a gnt dá umas voltas no opala metálico azul. Ah, e se o tal do diabo q teve contigo perguntar por mim, sei lá… diz que to no banho..^^
(brincadeirinhas a parte, sempre quis ir pra Brasília! Mas agora vo lá fazer minhas malas…)
Beijús!!
Resumo das minhas férias?
FUGA.
Ai, como me parece pleno, completo esse momento. Como quando em fogo se fala aos suspirares. Me falta você. E é claro que tenho medo de que tudo isso vá dar errado. Sabe, faz parte do que eu não consigo enxergar direito. (Por causa disso também invento o leitor, e isso não importa). Mas me sinto agora. É isso: sentir ser mais importante. Tem muito a ver com o que pode ser amor. A irresponsabilidade que tanto prezo – afinal, meu protesto.
Acontece que já deu pra perceber como o tempo é muito falho.
E tomara que isso me entre direito na cabeça.
Agora quero você aqui comigo. E volta a parecer
incrivelmente sesimportante qualquer coisa que eu aconteça.
(sim, entrego-me a tudo)